sábado, 19 de julho de 2014

Você Vai Vencer A Frieza Espiritual Aprendendo A Não Sair Das Veredas Antigas!



É Possível Orar E Ler A Bíblia E Ainda Assim Esfriar Na Fé?

 

Ouça Aqui Essa Mensagem

Sim, é possível sim. O perigo está na motivação pela qual você faz essas coisas. Elas são básicas numa vida devocional de qualquer cristão, mas o seu exercício por si só não garante que você esteja em plena comunhão com o Espírito de Deus. Não se deve abrir mão delas, de maneira nenhuma. Há, porém, de averiguar se o modo como são feitas é igual ao que a Bíblia Sagrada recomenda para, então, assegurar-se de não cair em frieza espiritual.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Frequência De Culto Não Traz Prosperidade




Por que jogador de futebol tem tratamento diferenciado nas igrejas?


Tratamento diferenciado na igreja
Escrevendo outra postagem, pensei: bem que eu gostaria de ser jogador de futebol. Pela grana, sim, mas, pense no benefício de ser jogador e congregar em qualquer denominação. Você ganha a imunidade do "quando dá". Aparece na igreja, "quando dá", participa de algum ministério "quando dá", afinal, é super compreensível devido às viagens semanais por causa das partidas de quarta e domingo. Não seria espetacular se houvesse essa licença para um membro comum?

Vexame Da Seleção Brasileira: Como Não Perder de 7


Vergonha da seleção é igual escândalo de igreja evangélica

Vexame da Seleção Brasileira E Sua Lição Principal


Pelo lado do futebol, vimos uma seleção que sabia o que fazer dentro de campo e outra que não sabia o que fazer. Uma seleção cheia de jogadas ensaiadas e outra que era um amontoado de homens sem nexo. Não quero me estender sobre a reformulação do futebol alemão e tudo que tem sido feito nos últimos anos para que vivessem a realidade de hoje. Quero apenas me ater a um fator que teve influência direta na elasticidade do placar: o fator treino.

Aquela formação brasileira só foi treinada por nada mais nada menos do que dez minutos. Em qualquer esporte amador, treina-se mais do que a seleção brasileira treinou nessa copa do mundo. O que dizer sobre lutadores de MMA e tantas outras modalidades em que a intensidade dos treinos é incrível? Estrelas do esporte como Michael Jordan, Zico, entre outros, davam aos exaustivos treinos a causa de todo o seu sucesso. Repetição, repetição, repetição leva à perfeição. A ausência dela, leva ao que vimos no vexame da seleção brasileira e sua derrota histórica para Alemanha.


O que isso tem a ver com um cristão de verdade?


Ninguém mantém uma vida devocional regular e acorda no dia seguinte disposto a pecar. A rotina de treinos (oração e leitura da Palavra) vai sendo quebrada aos poucos de maneira sutil. Um dia você deixa de orar porque chegou mais tarde devido ao engarrafamento. Teve que visitar um parente. Perdeu o dia na oficina pra consertar o carro. A fila do banco estava um horror. A criança passou mal. Bateu o sono. Etc etc etc; e um dia a menos de oração; outro dia a menos; outro dia. A indisciplina não traz resultados, traz fragilidade.

Alguns perguntam como voltar a jogar aquele velho e bom futebol. Como recobrar a antiga forma física. Não existe passe de mágica, é você que tem que ir à academia, puxar o ferro e dizer não a certos alimentos. É você quem tem que treinar cobrança de faltas, escanteios e pênaltis, todo dia, todo dia, todo dia. Espiritualmente falando, idem. É decidir fechar o Facebook e abrir a Bíblia. É decidir  não ver aquele seriado e assistir uma pregação. É decidir e dobrar os joelhos, nem que seja por míseros quinze minutos. Não será a vontade que trará a disciplina, mas a disciplina que trará a vontade. 

Isso fica claro quando começamos a treinar sem tanta motivação e ela surge a partir dos primeiros progressos. Os pequenos resultados são o combustível para manter a rotina de treinos. Não espere ter vontade de orar. Não espere ter vontade de ler a Bíblia. Apenas faça e esteja certo que os resultados virão. O fortalecimento, as experiências com o Deus, a força que vem do alto, aquilo para o qual você nasceu pra viver. Do contrário, seu pecados ocultos se tornarão um "7x1" notório. Todo mundo vai comentar. Todo mundo vai se escandalizar... 

- Rapaz, você viu a seleção? 

- Rapaz, sabe fulano? Caiu.

Pense nisso...


O Que Tem A Ver A Seleção Brasileira Com A Igreja Evangélica?




A teimosia de Felipão
"Eu não me arrependo de nada".


As Semelhanças Entre Seleção Brasileira E A Igreja Evangélica


Você pode até achar oportunismo uma postagem como essa, mas é bastante razoável extrair lições do esporte, principalmente quando uma tragédia (derrota de sete para a Alemanha) acontece. Mesmo que não tenha hábito de acompanhar futebol, não é um exercício dos mais difíceis enxergar semelhanças entre a seleção brasileira e a igreja evangélica dos nossos dias. Pena que isso aconteça nos aspectos mais negativos como passaremos a destacar.


Servos subservientes

Em 2002, o técnico Felipão não levou Romário porque este era uma figura que destoava no sentido de poder "bater de frente" com a comissão técnica. Em 2014, mais uma vez, o técnico convoca jogadores que ele pensa ter o perfil de seleção. Isso ficava bastante óbvio nas entrevistas coletivas dadas por diferentes titulares, reservas e a comissão técnica. Podemos resumi-las com uma única palavra: mantra. Após a derrota acachapante diante da Alemanha, o termo "pane" foi repetido como a justificativa do injustificável. Neymar, embora destoando um pouquinho ao reconhecer o futebol ruim apresentado, mais uma vez ratificou o "bom mocismo", requisito importante para integrar a delegação verde-amarela.

Assim se faz na igreja evangélica com a repetida lição de que devemos ser submissos a autoridades espirituais e que pecado de rebeldia é igual ao de feitiçaria. Esse é um ensino bíblico, mas a maneira como tem sido propagado é questionável, pois, produz crentes sem capacidade crítica. São como os jogadores que repetem o discurso do "professor" ainda que isso lhes custe a dignidade e a coerência (como nas afirmações de que o Fred realmente sofreu o pênalti contra a Croácia). Ser submisso a uma autoridade espiritual não significa ser capacho de ninguém. Só que da mesma forma que uma palavra mais forte, na seleção, pode custar a própria convocação ou o contrato de um patrocinador, na igreja, pode custar o cargo, o status...


Matrix - Uma outra realidade


As declarações dadas após a derrota para a Alemanha por sete a um dão margem a duas coisas: ou há um cinismo maquiavélico na comissão técnica ou todos estão catatônicos numa realidade paralela. Alguém já disse que uma mentira dita mil vezes, torna-se verdade. Por isso, acho que a segunda opção é a mais plausível. Felipão e Parreira foram sinceros em suas palavras, não aconteceram dissimulações, mas, elas foram ditas a partir de uma outra realidade criada após um trauma, nesse caso, o trauma de levar quatro gols em seis minutos. É parecido quando alguém nega o falecimento de um ente querido, percebe? Sim, para Felipão a seleção fez um excelente trabalho, Fred sofreu o pênalti, tudo foi perfeito, apenas perder para a Alemanha de sete é que foi um pequeno acidente de percurso. Sim, ele acredita nisso mesmo e não tem qualquer capacidade de se arrepender porque não há do que se arrepender.

De igual maneira pastores que ensinam sobre dízimos, ofertas, ofertas com propósito, sacrifícios financeiros, batalha espiritual, cura interior etc. Só porque está na Bíblia, não quer dizer que seja bíblico, ou melhor, o método de ensino e a moral da história podem ser muito bem deturpados e aí é que mora o perigo. Pois bem, alguns desmandos na administração das igrejas, escândalos e práticas antibíblicas nos dão clara percepção de que eles realmente acreditam naquilo que pregam. Estão sinceramente equivocados e, portanto, não tem qualquer capacidade de se arrepender porque não há do que se arrepender. Essa é a situação de muitas igrejas evangélicas carnais, infelizmente.

Fica assim exposto como a vida está sempre nos ensinando em qualquer situação sobre a importância dos nossos valores e de guardá-los da influência externa. Será que vale mesmo à pena não ter opinião própria para assinar mais um contrato de patrocínio? Não divergir do posicionamento tático garantindo a vaga de titular ainda que isso possa custar um vexame? Perder a hombridade para subir na hierarquia da igreja? Para não perder o salário pastoral e o estilo de vida conquistado?

A Bíblia diz que apenas para os que desceram à sepultura não há mais esperança.

Pense nisso...


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