sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Quebrantamento, o seu melhor presente!

"Todo aquele que quer ser meu seguidor deve amar-Me bem mais do que ao seu pai, mãe, esposa, filhos, irmãos ou irmãs - sim, mais do que a própria vida; caso contrário, não pode ser meu discípulo. E ninguém pode ser meu discípulo se não carregar sua própria cruz e seguir-Me". Lucas 14.26-27. [A Bíblia Viva]

Todos nós temos nossa própria maneira de fazer qualquer coisa. Já reparou que dificilmente lemos um manual de instrução, seja de um simples eletrodoméstico, seja de uma receita? É porque nós somos convictos em achar que vamos fazer da maneira correta. Isto não poderia ser diferente no que diz respeito ao ensino de Jesus sobre ser seu discípulo e sobre "carregar sua própria cruz".

Com o dedo em riste, proclamamos o "tem que" isso, "tem que" aquilo, "deveria" isso, "deveria" aquilo, mas, amanhã, véspera de Natal, a maioria de nós estará no aconchego de seus lares desfrutando de uma mesa farta, troca de presentes e etc.  Mesmo que no domingo, abramos mão de boas horas de sono para estarmos cedo na igreja por causa dos deveres eclesiásticos. Ainda que não gozemos da cesta dominical ao longo do ano para estar no ensaio do louvor, temos o nosso próprio entendimento sobre negar a si mesmo.

Essa negação pode ser uma negação carnal ou pelo menos que não maximiza o fluir do Espírito através de nós. Existem coisas que sabemos fazer, fazemos bem-feito e, isto inclui até uma auto-anulação. Morrer para que outros possam viver vai além do óbvio, de um check-list de coisas a fazer e não fazer. Tem a ver com você e suas exclusividades. Tem a ver com o inesperado e com a sua reação ante a situações desconhecidas e estranhas.

Não quero aqui ser um espadachin e marcar um "x" em ninguém, porém, quando você acha que a sua é apenas tocar uma viola e cantar na igreja... e que foi pra isso que Deus lhe chamou, eu te falo, assim é mole, bonitão! Não, não é assim não. Porque, independente do que gostamos de fazer para Deus, ELE tem seu próprio projeto para nós e não precisa que ditemos as regras. O padrão é ir, pregar o evangelho e fazer discípulos. Somos tolos ensurdecidos quando fugimos disso.

Esta é apenas uma exemplificação de como um cristão pode se encontrar em absurdo equívoco sobre sua renúncia por Cristo. Por essas e outras, há tantos frustrados na igreja; não entendem como podem pagar o preço e algumas coisas não romperem. É simples: o preço está errado. Logo, aproveite sua ceia natalina o quanto puder, porém, retire um momento de reflexão sobre seu modo de se renunciar por ELE. Que seu presente de Natal seja seu quebrantamento e  perseverança em prosseguir em conhecê-lO.

Feliz Natal!

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