sexta-feira, 8 de julho de 2011

Um Deus Evangélico ou um Deus Romano?


Já ouvi muitas mensagens nas quais os pregadores recriminavam a religião católica apostólica romana sob a alegação de idolatria. Era comum se falar que "o nosso deus não está pregado no madeiro, ele é um deus vivo" e não um ser indefeso e vitimado como o de um crucifixo. Apesar disto, anos atrás eu postei um artigo [clique aqui] que apontava as semelhanças entre os católicos e evangélicos. Hoje, mais do que nunca, não se pode negar que a interpretação de Deus, muitas vezes, se dá de maneira equivocada para ambos.

Isto porque se de um lado os evangélicos não fazem imagens para expressar sua devoção de outro, parte deles, pinta um quadro no qual se vê:

- uma supervalorização daquilo que Deus pode fazer [em geral, a solucão de um problema pessoal]. Isto leva a gostarmos dEle porque sabemos que no final vamos nos dar bem...

- um deus que mais deseja do que age, cheio de aspirações, expectativas, mas, não executa ou determina porque está esperando alguém "abrir seu coração" ou "permitir" o seu agir...

- um deus muito gente fina, super-legal, que "odeia o pecado, mas, ama o pecador" (?);

- um deus que vai muito com a sua cara. Ele é tão maneiro que é capaz de evitar que um avião exploda se você estiver dentro só porque a tal da promessa ainda não se cumpriu [você é importantão, viu só?] (?);

- um deus sentimental, cuja adoração se dá à base de emoções e cujo relacionamento com seus servos se dá enfaticamente pela relação pai e filho [um pai muito paternalista, diga-se de passagem];

É por isso que muitos irmãos não se comovem com mensagens do evangelho do Reino. Qualquer coisa que vá contra esses ensinamentos carnais logo é taxado de religiosidade ou radicalismo. São almas talhadas por mãos humanas que se tornaram ensurdecidas para a verdade e rejeitam o amargo da cura. É ou não é uma grande ironia que estas vertentes do protestantismo tenham se tornado tão romanizadas na sua teologia e no seu ensino?

Pois bem, se você já ouviu alguma coisa parecida com o descrito acima, lamento: você foi enganado [ou o pregador, no mínimo, cometeu um equívoco - para eu ser mais gentil]. Alguém já disse que a Bíblia fechada não passa de um livro, mas, aberta é a própria voz de Deus. Então, abra-a e ouça com ouvidos de ouvir! Se estamos nos últimos dias, é chegada a hora de fazermos escolhas: ou o deus de alguns evangélicos ou o deus de Roma. Eu prefiro o Deus da Bíblia!

Permaneçamos firmes!

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